O segundo relatório “Connecting to Compete: Trade Logistics in the Global Economy”, do Banco Mundial, coloca Portugal na 34ª posição do Índice de Desenvolvimento Logístico (IDL).Num total de 155 países, Portugal fica assim na zona denominada dos países de elevado rendimento, embora tenha descido seis posições face ao primeiro relatório do Banco Mundial, referente a 2007.
De acordo com os valores conferidos pelo estudo para a realidade logística portuguesa, os pontos fortes do sector passam pela eficiência das operações alfandegárias e pela competência e qualidade dos serviços logísticos. Os pontos fracos identificados foram a competitividade dos preços dos fretes no transporte internacional e o cumprimento de horários de entrega.
Não se verificam grandes mudanças no topo do ranking entre 2007 e 2009. A Alemanha passou do terceiro posto, em 2007, para o primeiro no presente índice, enquanto Singapura desceu um lugar, para a segunda posição e a Suécia subiu da quarta para a terceira posição. Relevante é a descida da Áustria, que em 2007 fazia parte do top cinco e agora cai para a 19ª posição neste ranking.
O IDL tem como base um questionário mundial, feito a operadores transitários e de transporte expresso, sobre o ambiente logístico dos países de operação. As respostas são complementadas com dados quantitativos sobre o desempenho de componentes chave das cadeias logísticas dos vários Estados, numa recolha que engloba mais de 130 países.